segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Acreditar nas verdadeiras amizades..

"DEPOIS DE ALGUM TEMPO, VOCÊ APRENDE QUE VERDADEIRAS AMIZADES CONTINUAM A CRESCER MESMO A LONGAS DISTANCIAS, O QUE IMPORTA NÃO É O QUE VOCÊ TEM NA VIDA, MAS QUEM VOCÊ TEM NA VIDA" (William Shakespeare)

Por Raphael Luz


Em um mundo quase irreal, encontramos pessoas que acabamos gostando mesmo sem falar olhando nos olhos, mesmo sem sentir a outra pessoa. Algumas muitas vezes olho para essa telinha e fico imaginando... quem realmente estará do lado de lá?

Quero acreditar que é alguém, que mesmo "virtual" é real, (até porque anjos não sabem teclar) que se tocar meu coração o fará com cuidado pra não me machucar, porque posso ser sensível...porque talvez eu possa vir a dizer o que realmente penso ou sinto. Porque posso precisar desse alguém talvez tanto ou mais do que ele precise de mim...

Quem sabe até eu possa também ser alguém. Gente como quem está do outro lado! Não me importa em que programa a gente se encontrou, não me importa se você tem câmera, se te vejo ou se te escuto. Não faz diferença como você é fisicamente, nem a sua idade, nem seu estado civil, só quero me sentir alguém especial para você e fazer com que você se sinta sempre especial para mim!

Só quero me eternizar em sua memória. Não Faço dos defeitos uma distância, e sim, uma aproximação, porque são através deles que seja a amizade virtual ou não, nos ensina a viver com diferenças e amar a cada um pela sua simples forma de ser.

O toque da pele não é essencial para nascer um sentimento; um sentimento nasce e não existe causa pra isso. Apenas nasce. Pois é, encontrei você! Entre cabos, fios, satélites e conexões, simplesmente eu encontrei VOCÊ.
Raphael Luz, 17 anos. Limeira-SP





 


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

PAGODE de primeira no Fim de semana em São José dos Campos

PAGODE DE PRIMEIRA DO BATE BOLA
Por Douglas Lugano

Neste fim de semana, para quem gosta, a dica é o Pagode no Bate Bola. A partir das 17h do domingo (17 de Outubro) o agito fica por conta dos Grupos ASSIM QUE É (SP), TUDO NOSSO (SP), BATUQUE GERAL (Guaratinguetá) e STEFANO GRUPO DELIRIO.

Até as 19h Mulher é VIP e Homem R$10,00 e você adquirir os ingressos na hora!

O Bate Bola fica na Av. Pedro Friggi, 501 -Vista Verde em São José dos Campos.

Se eu fosse você, não perderia!




quasechefs@hotmail.com

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Administradores e Remadores

UMA FABULA DA DIFICIL ARTE DE ORGANIZAR O TRABALHO - Como caminha a sua empresa?
Por Douglas Lugano

Usei esse texto em 2008 como texto base de uma das minhas palestras em uma pequena empresa na cidade de São Paulo. Para minha surpresa, em setembro deste ano, recebi um email do atual diretor comercial que naquele ano era simplesmente e ninguém mais, como ninguém menos que o menino que trocava o galão de agua. Sim! Ele era apenas o mensageiro da empresa e, como tal, bom conhecedor de todos os setores sabia perfeitamente onde estava o problema de cada um, só que não era levado a serio pelos outros empregados acima na hierarquia. O conteudo do email é um agradecimento pela palestra daquele ano. "Guardei o texto, fixei-o no nosso mural, demorou, mas hoje estamos no caminho certo!"

Espero que também possa ajudar você! O texto não é de minha autoria, é de uma famosa revista de circulação nacional. Use na sua empresa, no seu grupo, coloque em pratica também na sua vida.

"No ano de 2006, houve, nos arredores de Osaka, uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. Logo no início da competição a equipe japonesa começou a se distanciar e completou o percurso rapidamente. A equipe brasileira só conseguiu chegar a meta uma hora depois.

De volta ao Brasil, o comitê executivo reuniu-se para avaliar as causas de tão desastroso e imprevisto resultado. Uma cuidadosa avaliação apontou para uma diferença fundamental entre os times: a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores enquanto que a equipe brasileira era formada por um remador e dez chefes de equipe. A decisão passou para a esfera do planejamento estratégico, com o objetivo de realizar uma profunda revisão da estrutura organizacional para o ano seguinte

Em 2007, logo após a largada da competição, a equipe japonesa tomou novamente a frente e distanciou-se. Desta vez, a equipe brasileira chegou duas horas depois do que os japoneses à sua meta.

De volta ao Brasil, o comitê reuniu-se novamente para avaliar as causas do novo fracasso. A análise mostrou os seguintes resultados: a equipe japonesa continuava com um chefe de equipe e dez remadores, enquanto a equipe brasileira, contava com um chefe de equipe, dois assessores, sete chefes de departamento e um remador. A conclusão do comitê foi unânime: O remador é incompetente !!!

Na prova de 2008, o departamento de engenharia pôs em prática um plano destinado a melhorar a produtividade da equipe, com a introdução de mudanças práticas no benchmarking das melhores práticas gerenciais. Tais inovações produziram aumentos significativos de eficiência e eficácia. Com o rightsizing, a reengineering e a value chain analysis, os brasileiros com certeza conseguiriam um turnaround e venceriam os japoneses.

Porém, chegado o dia da competição, o resultado foi novamente catastrófico e, desta vez, a equipe brasileira chegou a meta três horas depois dos japoneses.

Novos estudos, reuniões e relatórios. A análise revelou: mantendo a tradição, a equipe japonesa era formada por um chefe de equipe e dez remadores. A equipe brasileira, por sua vez, utilizou uma formação vanguardista, integrada por um chefe de equipe, dois auditores de qualidade total, um assessor especializado em empowerment, um process owner, um analista de O&M, um engenheiro de navegação, um controller, um chefe de departamento, um controlador de tempo e um remador.

Depois de vários dias de reunião e análisa da situação, o comitê decidiu finalmente demitir o remador. Decidiu também, contratar um novo remador, mas utilizando um contrato de prestação de serviço sem vínculo empregatício. Evitar-se-ia, dessa forma, a nefasta influência do sindicato dos remadores, responsável pela baixa produtividade e o baixo comprometimento dos recursos humanos com os objetivos organizacionais. A competição de 2009, certamente confirmará o acerto das decisões""